Angústia e sintomas emocionais
- Angústia
- Ansiedade
- Tristeza persistente
- Sensação de vazio
- Esgotamento emocional
Análise individual com Juliana Danelon. Escuta clínica para elaboração, responsabilidade e travessia subjetiva.
Minha escuta clínica parte de uma convicção: o sofrimento precisa ser escutado, nomeado e atravessado com responsabilidade.
A análise que ofereço não é um espaço de respostas prontas, conselhos fáceis ou adaptação superficial à vida como ela está. É um trabalho de elaboração — um lugar para olhar para os sintomas, repetições, escolhas, vínculos, perdas, angústias e impasses que atravessam a existência.
A clínica, para mim, não é separada da vida concreta. Ela escuta o sujeito em sua história, mas também no modo como ele trabalha, ama, decide, fracassa, sustenta responsabilidades, se defende e se perde de si.
Não trabalho para produzir uma versão performática de bem-estar. Trabalho para que a pessoa possa se escutar com mais verdade.
A análise exige presença, compromisso e desejo de olhar para si sem terceirizar a própria vida.
Pessoas em diferentes momentos da vida — atravessadas por angústias, decisões difíceis, esgotamento, conflitos de vínculo ou crises de sentido.
Não é um atendimento exclusivo para alta gestão. Mas, pela trajetória, é comum que cheguem pessoas em posições de decisão.
Não reduzo a escuta a uma lista de transtornos. Diagnósticos podem organizar uma parte do cuidado, mas não dão conta da singularidade de uma história.
Quem ocupa posição de decisão chega aqui sustentando um peso que raramente encontra espaço de escuta. É o tema mais recorrente na clínica.
Minha trajetória na saúde mental corporativa me colocou diante de líderes, empresas, crises, afastamentos, conflitos de cultura e sofrimento psíquico produzido por estruturas de trabalho. Isso amplia a escuta clínica — mas não transforma a análise em consultoria.
Na clínica, eu não trato o paciente como executivo, colaborador, gestor ou função. Eu escuto o sujeito.
Ao mesmo tempo, não ignoro que o trabalho, o poder, o dinheiro, a imagem, a liderança, a maternidade, o casamento, o reconhecimento e a responsabilidade atravessam a vida psíquica de forma profunda.
"A vivência corporativa entra como repertório de escuta, não como direção do tratamento. A clínica não é mentoria, não é aconselhamento de carreira e não é estratégia de performance."
Um processo construído sobre presença, frequência e continuidade. Não é encontro avulso.
Atendimento presencial em Piracicaba, na Curare, e online.
Preferencialmente semanal. Atendimentos quinzenais podem ser avaliados caso a caso, mas não são o formato principal para um trabalho analítico consistente.
Começa por entrevistas preliminares — encontros para compreender a demanda, escutar o momento da pessoa e avaliar a indicação para o trabalho. Não é triagem burocrática. É parte do próprio processo clínico.
A continuidade é definida caso a caso, após os encontros iniciais. A análise não pressupõe duração fixa — pressupõe disposição para sustentar o trabalho enquanto ele faz efeito.
A escuta é orientada pela psicanálise, com base clínica construída ao longo de mais de duas décadas de atendimento e atuação em contextos individuais, institucionais e corporativos.
A disponibilidade para novos atendimentos é limitada e avaliada mediante contato inicial. Quando não houver agenda disponível, poderá ser oferecida lista de espera.
O atendimento clínico é sustentado por sigilo, ética profissional e respeito à singularidade de cada história.
Isso é especialmente importante para pessoas em cargos de liderança, exposição pública, funções estratégicas ou posições sensíveis. O espaço clínico não é lugar de julgamento, circulação de informação ou leitura social da imagem da pessoa.
O que é dito em análise pertence ao processo analítico. Nenhuma informação individual é compartilhada com empresas, familiares, instituições ou terceiros sem respaldo ético e legal.
A partir desse contato, será avaliada a disponibilidade de agenda e a possibilidade de um primeiro encontro.